terça-feira, 25 de março de 2014

Guia de estudo 2ªav. 1º ano

quinta-feira, 20 de março de 2014

Guia para 1ª simulado de matemática 9ºano



Resolva as seguintes equações do 2º grau, identifique os coeficientes e determine as raízes se existir.

a)) x² - 5x + 6 = 0
b) x² - 8x + 12 = 0
c) x² + 2x - 8 = 0
d) x² - 5x + 8 = 0
e) 2x² - 8x + 8 = 0
f) x² - 4x - 5 = 0
g) -x² + x + 12 = 0
i) -x² + 6x - 5 = 0
j) 6x² + x - 1 = 0
k) 3x² - 7x + 2 = 0
l) 2x² - 7x = 15
m) 4x² + 9 = 12x
n) x² = x + 12
o) 2x² = -12x - 18
p) x² + 9 = 4x
q) 25x² = 20x – 4
r) 2x = 15 – x²
s) x² + 3x – 6 = -8
t) x² + x – 7 = 5
u) 4x² - x + 1 = x + 3x²
v) 3x² + 5x = -x – 9 + 2x²
x) 4 + x ( x - 4) = x
z) x ( x + 3) – 40 = 0
a1) x² + 5x + 6 = 0
a2) x² - 7x + 12 = 0
a3) x² + 5x + 4 = 0
a4) 7x² + x + 2 = 0
a5) x² - 18x + 45 = 0
a6) -x² - x + 30 = 0
a7) x² - 6x + 9 = 0
a8) ( x + 3)² = 1
a9) ( x - 5)² = 1
a10)( 2x - 4)² = 0
a11) ( x - 3)² = -2x²




2) Identifique os coeficientes de cada equação e diga se ela é completa ou não:
a) 5x2 - 3x - 2 = 0
b) 3x2  + 55 = 0
c) x2 - 6x = 0
d) x2 - 10x + 25 = 0



3) Dentre os números -2, 0, 1, 4, quais deles são raízes da equação x2-2x-8= 0? 

4) O número -3 é a raíz da equação x2 - 7x - 2c = 0. Nessas condições, determine o valor do coeficiente c:

5) Se você multiplicar um número real x por ele mesmo e do resultado subtrair 14, você vai obter o quíntuplo do número x. Qual é esse número?

6)Um aluno resolvendo uma questão de múltipla escolha chegou ao seguinte resultado  , no entanto as opções estavam em números decimais e pedia-se qual a raiz quadrada possível para se encontrar aquele número decimal, e, assim sendo, procurou simplificar esse resultado, a fim de melhor estimar a resposta. Conclui, com maior facilidade, que a opção para a resposta foi:"RAIZ QUADRADA DE 1/16.
A)0,25
B)3,05
C)3,15
D)3,25
E) 3,35

7)O número -3 é a raíz da equação x2 - 7x - 2c = 0. Nessas condições, determine o valor do coeficiente c:
a) 9
b) 1
c) 12
d) 3
e) 2
8) Sendo a = 1, b = -7 e c = 10, o valor numérico de x é
(A) -5.                  
 (B) -2.                   
 (C) 2.                 
  (D) 5.

segunda-feira, 17 de março de 2014

A HISTÓRIA DOS NÚMEROS COMPLEXOS

 Quando propusemos  um trabalho sobre a história dos números complexos, visamos
resgatar o ambiente que proporcionou seu surgimento, observando a linguagem utilizada na
época e os “problemas” que contribuíram com o desenvolvimento da matemática e
conseqüentemente destas quantidades ditas “sofisticadas”, “impossíveis”, “inexplicáveis” ou
“imaginárias”.
Pesquisar os números complexos à luz da história da matemática faz com que
compreendamos que um dos grandes problemas no ensino é o fato de que a ordem de
exposição não condiz com a ordem da invenção, logo seria pertinente que nós recriássemos o
modo de ensinar a fim de proporcionar aos alunos a experiência de conviver e de
compreender como a matemática estudada nos dias de hoje foi produzida por descobertas ao
longo de séculos.
O acesso à história dos números complexos nos remete inevitavelmente a uma
reflexão sobre a metodologia utilizada em sala de aula. Seria impossível apresentar a
matemática na ordem histórica em que ela foi desenvolvida. Mas com a história temos
condições de oferecer respostas às muitas questões que surgem durante o processo de
aprendizagem.


É notório,
tanto nos livros didáticos, como na prática em sala de aula, que este conteúdo é usualmente
exposto em uma ordem que não corresponde à história do desenvolvimento deste conceito,
pois os números complexos são introduzidos após os números naturais, inteiros, racionais e
reais. Isto dá a impressão de que a história dos conjuntos numéricos é linear e de que a
ampliação destes conjuntos foi motivada somente pela necessidade de se resolver um número
cada vez maior de equações. Isto não corresponde à ordem histórica, muito mais intrincada e
complexa.
É freqüente percebermos, entre os professores de matemática, uma resistência em
abordar este tema. Embora conheçam a teoria, que envolve definições, operações e as
diferentes formas de representar estes números, eles parecem tímidos quanto à legitimidade de
se ensinar este tópico, o que vêm provocando a sua eliminação prática de muitos currículos
escolares. Muitos justificam este movimento por uma falta de aplicação concreta dos números
complexos e pouco de discute sobre a importância destes entes matemáticos no
desenvolvimento da própria ciência.
Não nos deteremos sobre o questionamento da permanência deste conteúdo no
currículo do Ensino Médio, embora acreditemos que a sua compreensão é fundamental para o
entendimento do que é a matemática atual e de como ela foi estruturada ao decorrer do tempo.
Acreditamos que um dos grandes fatores que contribuem para que a matemática não
tenha uma “concretude” vem da forma como aprendemos e ensinamos a matemática. Por esta
razão, diante de um objeto matemático, é muito importante conhecermos os “problemas” que
envolveram o seu surgimento e o seu desenvolvimento.
Sempre que necessário, tentamos traduzir o pensamento dos matemáticos antigos de
que tratamos aqui em linguagem simbólica atual, correspondente àquela citada na época em
questão, para facilitar o entendimento. Os diversos termos utilizados em várias épocas para
designar os números complexos não reais foram mantidos, logo perceberemos a presença das
designações de “sofisticados”, “impossíveis”, “inexplicáveis” e “imaginários” e sua variação
de acordo com o contexto histórico no qual estavam inseridos. É justamente esta mudança de
nomenclatura que estrutura a divisão em capítulos, uma vez que, de nosso ponto de vista, ela
traduz também a transformação da concepção epistemológica sobre estes números em cada